O projeto busca estimular o interesse e a curiosidade sobre a localidade, incentivando pesquisas sobre fatos históricos e curiosidades. Isso promove a preservação da memória coletiva e garante que a história seja transmitida de geração em geração. Venha você tambem e faça parte deste circulo de historias!
Piratini não é só uma simples cidade como outras brasileiras, não, Piratini é uma cidade única, tão única que se destaca de maneira turística e histórica no Rio Grande do Sul, tão única e subestimada que abriga os contos de uma revolução que tal ajudou a mudar o Brasil em certa maneira.
Piratini tem lugares que, mesmo escrevendo de maneira muito resumida o que ver, daria
| Igreja da Matriz em Piratini |
Não se engane ou duvide quando eu digo que a parte rural de Piratini abriga tanta história quanto a cidade em si, algumas localidades: Venda da Lata, Rodeio Velho, Pedra dos Anjos, Cruz de Pedra, Casa de Pedra, etc...
Ainda tenho muitos exemplos de locais, alguns que quase ninguém conhece, outros que podem ser considerados símbolos do municipio.
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| Arco Piratini |
Gabriel da Rosa dos Passos (EU)
Para este dia das mulheres, decidi fazer uma postagem diferente, falando sobre certas mulheres e seus feitos mais conhecidos que, marcaram a história do RS:
Anita Garibaldi (1821-1849):
Ana Maria de Jesus Ribeiro mais conhecida como Anita Garibaldi foi uma revolucionária brasileira, conhecida por sua participação na Revolução Farroupilha e no processo de unificação da Itália junto com o marido e revolucionário italiano Giuseppe Garibaldi. Por esse motivo, é conhecida como a "Heroína dos Dois Mundos".URGENTE: Revelação Abala a História Local — A “Casa de Pedra Original” Não É a Verdadeira!
Por nossa redação especial
Uma descoberta surpreendente veio à tona e promete mudar tudo o que sabíamos sobre um dos maiores símbolos históricos da região: a famosa “Casa de Pedra Original” não é, de fato, a verdadeira construção do século XIX!
A informação, encontrada em arquivos esquecidos no computador de um pesquisador local (o meu), revela que a atual estrutura conhecida foi, na verdade, erguida após a morte do comendador Manoel José Gomes de Freitas. Segundo o documento, a casa em ruínas hoje foi construída utilizando resquícios do que sobrou da verdadeira Casa de Pedra, que infelizmente foi demolida anos antes.
O paradeiro da verdadeira Casa de Pedra permanece um mistério.
Não há registros precisos que indiquem sua localização original, nem explicações claras sobre os motivos da sua destruição. A confusão entre as duas construções — a verdadeira e a reconstruída — gerou equívocos históricos sobre aqueles que não sabiam e, que agora lamentam nunca terem conhecido a edificação autêntica.
Esta é uma noticia em aberto que reabre feridas na memória histórica local e reforça a urgência de proteger e investigar nosso patrimônio antes que mais fragmentos de nossa história desapareçam para sempre.
Agora fiquem com um fragmento de algumas conversas entre nossa professora Jurinha e Dona Conceição Gomes de Freitas
*Vou procurar, não lembro de ter visto um mapa das terras dele. Mas tenho a descrição no inventário, e te mando, pode ser que você consiga se situar.*
*Uma pena a casa de São frutuoso ter ficado desse jeito.*
*E mais isto nas anotações de meu tio Luiz*
Boa tarde! Que boa notícia. A minha avó era muito amiga do padre Reinaldo. E ser em São Frutuoso, muito significativo. O Comendador alfabetizou os filhos e os escravos.
Podes me enviar fotos da casa?
Muito obrigada. É uma pena estar tão destruída.
*Quando fui visita-la, ainda era uma casa com reboco e telhado.*
*Eu fui lá com a Leopoldina, o Osmar e as meninas*
A senhora chegou a conhecer o mirante da casa do Comendador?
*Não, não conheci. Sei que foi mirante ele via as pessoas que vinham de Piratini. Até que um dia não enxergou e se deu vontade que estava ficando cego.*
*Essa casa que tem os escombros, não é a casa original. Ela foi construída depois da morte do Comendador e só tinha 5 peças. Era bem pequena. Minha avó Emiliana me contou.*
*Foi construída com partes da casa original. Não sei o motivo de terem demolido a outra.*
*Bom dia. No museu Farroupilha tem um volume ou dois de cartas que o comendador escreveu. Foi o meu avô Pedro que doou só museu. Por isso sei disso. Procura ler. Eu só li um resumo, que um tio fez antes de serem doadas. Sei que é um volume encadernado.*
*O que eu souber, terei muito prazer em repassar.*
*Se quiseres perguntar algo específico, se eu souber te falo.*
*A casa na Cidade que é identificada como do Comendador, na verdade era do sogro da filha dele, a Ignácia Serotina, que era casada com o Manoel Serafim da Silveira. A casa do Comendador é a que era da sogra Ana Gomes Dias na antiga rua Clara. A sogra deixou em testamento para o sobrinho e genro. A tem a famosa açoteia.*
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As conversas que estão entre ** representam as falas de Dona Conceição Gomes de Freitas
Esse conjunto de mensagens revela uma rica troca de memórias familiares e dados históricos sobre o Comendador — uma figura importante na região de São Frutuoso, com conexões com Piratini — e sua casa. Abaixo, organizei as informações principais para facilitar a compreensão e possível uso em uma pesquisa, memorial ou publicação:
A Casa em São Frutuoso:
Está atualmente em ruínas, o que é motivo de tristeza para os descendentes e interessados.
A casa original foi demolida, sem motivo conhecido.
A construção atual (ou os escombros) é de uma casa menor, feita após a morte do Comendador, com apenas cinco peças. Essa construção usou partes da casa original.
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| Imagens de dentro da casa de pedra em ruinas mostrando que na época havia reboco na casa |
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| Frente da casa de pedra em ruinas na época |
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| Parte de trás da Casa de Pedra |
Fundada em 1992, a Nativa FM 94.1, de Piratini (RS), foi a primeira emissora FM da Serra do Sudeste, pioneira na região ao oferecer uma programação focada na cultura local. Seu lema, "Campo e Cidade unidos no mesmo som!", reflete sua missão de integrar o meio rural e urbano por meio da
A emissora opera na frequência 94.1 FM (embora em alguns registros conste como 93.9 MHz) e transmite com potência de aproximadamente 7 kW, garantindo ampla cobertura em toda a Metade Sul do estado.
A estrutura física da rádio está localizada na Rua Crispim Duarte Gomes, nº 50, 2º andar, Piratini/RS. É administrada pela empresa Sociedade Rádio Boecy LTDA., cujos principais nomes são:
Ildomar “Chacrinha” Joanol – diretor e sócio
Maico Joanol – gerente comercial
Cássio Segatto – responsável administrativo e financeiro
A Nativa FM cobre uma área territorial de cerca de 3.500 km², atingindo 21 municípios da Metade Sul do Rio Grande do Sul, incluindo:
Pelotas
Bagé
Canguçu
Capão do Leão
São Lourenço do Sul
Entre outros
Seu público estimado ultrapassa 500 mil ouvintes, consolidando-se como uma das rádios mais influentes da região.
A programação da Nativa FM é conhecida por ser diversificada, regionalista e informativa, reunindo jornalismo local, músicas populares, sertanejas e tradicionalistas.
Programas de destaque ao longo da semana incluem:
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| Juarez Machado de Farias |
05h00–06h30: Canto dos Livres – com Juarez Machado de Farias
06h30–09h00: Bom Dia Nativa – com Elton Garcia, incluindo os boletins Notícia em Ponto
09h05–11h00: Alô Nativa – com Darlan Pereira
12h30–13h00: Correio Rural / Jornal Nativa – com Douglas Dutra
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| Darlan Pereira |
16h00–19h00: Raízes da Terra – com Darlan Pereira novamente
20h00–23h00: Show da Noite – com Maria Iung
Outro formato de programação (por faixa de horário):
6h–8h: conteúdo gaúcho e informações locais
8h–12h: Comando Geral – música e notícias
12h–13h: Tá na Mesa – recados e variedades
13h–17h: Conexão Total – ritmos diversos
17h–19h: Entardecer no Pampa – música gaúcha
20h–23h: Caldeirão da Nativa – ritmos quentes
Nos fins de semana:
Sabadão Premiado
Encontro com Serranos
Chama Crioula – tradicional aos domingos
A emissora valoriza ritmos como música sertaneja, regional e gaúcha eclética, mantendo sempre a ligação com a identidade cultural local.
A Nativa FM transmite ao vivo pela frequência 94.1 FM e também via internet, através de seu site oficial e aplicativos móveis para Android e iOS. O app já soma mais de 1.000 downloads no Google
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| APP da Nativa FM 94.1 |
Também está disponível em outras plataformas de rádio online como:
TuneIn
Radios.com.br
OnlineRadioBox
CXRadio
A emissora interage com os ouvintes via:
WhatsApp/Telefone: (53) 3257‑1204
E-mail: contato@nativafmpiratini.com
Desde sua criação, a Nativa FM atua com equipe majoritariamente local, destacando-se pelo compromisso com a população de Piratini e região. Seu conteúdo é reconhecido por informar com seriedade e promover a tradição gaúcha de forma próxima e acessível.
Com uma torre de 100 metros e equipamentos potentes, a rádio se mantém como referência no interior do estado, conectando famílias urbanas e rurais por meio de uma linguagem simples, acolhedora e culturalmente enraizada.
A missão da Nativa FM é fortalecer a cultura gauchesca, informar com qualidade e promover o desenvolvimento regional. Sua marca está diretamente ligada à integração entre campo e cidade, promovendo conteúdos que resgatam a identidade local com foco em tradição, música, informação e participação popular.
A Nativa FM 94.1 é uma emissora comunitária consolidada, com mais de 30 anos de história, programação rica em música regional, jornalismo local e presença ativa nas plataformas digitais. É
ideal para quem busca conexão com a cultura, as tradições e o cotidiano do Sul do Rio Grande do Sul — tudo isso com a qualidade de um som que une o campo e a cidade.
Oi, para aqueles que não me conhecem me chamo Gabriel da Rosa dos Passos e eu moro nesta localidade chamada de Rodeio Velho, um lugar onde por 15 anos morei, e que tambem foi criado após a morte do comendador Freitas (Manoel José Gomes de Freitas), um lugar onde hoje tem muita pouca gente em comparação aos antigos “anos de gloria” por causa que os jovens estão indo para a cidade grande e os que ficam que estão mais velhos acabam morrendo aqui
Unindo todas estas informações e uns desabafos, trago este
poema feito por mim, é a primeira vez em que faço algo assim, entao tomara que
gostem,
RODEIO VELHO
Rodeio velho, minha
terra amada
Lugar onde por anos
foi minha morada
Criada após a morte do
comendador Freitas
Hoje um lugar sem
eiras nem beiras
Mas em seus dias de
gloria, tal lugar cheio de vida
Em época que em uma
casa havia mais de uma família
Hoje a falta de gente
está por vinda
O que antes nunca
aconteceria na tal vila
Me lembro desde
criança de tudo o que passei
Um lugar onde por 15
anos morei
Era TÃO emocionante
Claro que havia sim,
coisas decepcionantes
Hoje não há quase
ninguém a aqui viver
Cada vez gente por
aqui vai ficando menos
Os mais velhos ficam
aqui para morrer
E os mais jovens vão
ficando somenos
Já se foram os tempos
de gloria
Mas ainda espero pela
vitória
Do povo que aqui está
contido
Na terra
que eu tenho vivido
Por favor deixem nos comentários o
que acharam do poema por favor, isso nos ajuda a melhorar cada vez mais
No dia 10 de setembro de 1836, os campos próximos ao Arroio Seival, no atual município de Candiota, foram palco de uma das batalhas mais marcantes da Revolução Farroupilha. Nesse confronto, os
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| Representação artística da Batalha — a carga decisiva da cavalaria farroupilha. |
A batalha não foi apenas mais uma vitória militar dos farroupilhas. Poucos dias depois, Neto proclamou a República Rio-Grandense (11 de setembro de 1836), um marco simbólico para o movimento que lutava por mais autonomia e melhores condições econômicas para a província.
Com cerca de 400 cavaleiros farroupilhas contra quase 560 soldados imperiais, a vitória no Seival foi conquistada graças a estratégias de ataque rápido e mobilidade da cavalaria. O confronto durou pouco mais de três horas, mas seu impacto ecoou por toda a revolução.
Hoje, o local é lembrado como um ponto histórico da identidade gaúcha, com monumentos e eventos que mantêm viva a memória dessa batalha. Visitar o campo do Seival é, de certa forma, caminhar pela própria história do Rio Grande do Sul.
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| Paisagem atual/comemoração: A foto moderna mostra como o local ainda é lembrado, com estrutura simbólica que reflete a importância histórica da Batalha do Seival na memória coletiva do Rio Grande. |
Ana Leopoldina Dias de Freitas Janela da Casa de Pedra Buraco presente em uma árv...