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terça-feira, 9 de setembro de 2025

Lembranças da Viajem Para Rio Grande 23/04/25

INTRODUÇÃO

Olá, eu sou Gabriel da Rosa dos Passos e estou aqui para apresentar um relatório sobre a nossa viagem para Rio Grande!

Estou escrevendo isso um dia antes do passeio, para ser mais preciso as 10:41 da manhã, e estou muito ansioso para a viagem, eu comprei até um cartão de memória para poder gravar um video completo sobre tudo, a única parte ruim é que o Yuri nao vai ir, entao eu, a mãe, o Pietro e a Julia vamos ter que ir para Piratini ás 4:00 da manha do dia 23 de abril de 2025, bem no dia do aniversario do Alejandro, e ele tá bem bravo comigo. 

CURIOSIDADES 

  • Os molhes da barra são constituídos por dois quebra-mares construídos com gigantescas pedras que avançam 4 Km no Oceano Atlântico. Um deles em Rio Grande e o outro em São José do Norte.
  • Os molhes tem uma profundidade de 6m.
  • Os molhes da Barra é considerado uma das maiores obras de Engenharia Oceânica do Mundo, elas foram construídos em 1911 e se tornou um símbolo turístico da zona sul do estado. A obra hidráulica marítima de pedras tem o objetivos de proteger a entrada e saída de navios do porto rio-grandinho.

TRAJETÓRIA 

Viagem Rio Grande - Museu Oceano Gráfico - travessia São José do Norte (canal Laguna)
  • Saída do Cancelão: 5:30 Km 0
  • Piratini Km 10
  • Ponte do costa (Rio Piratini) km 27.5
  • Capão do Leão Km 83,3 (aproximadamente)
  • Ponte entre pelotas e Rio Grande (canal São Gonzalo) Km 113
  • Rio Grande Km 151
  • Museu Oceano Gráfico Km 152
  • São José do Norte Km 164
  • Trajeto de balsa entre Rio Grande e São José do norte 5 Km
  1. Museu Oceano Gráfico
  2. Travessia entre Rio Grande e São José do Norte
  3. Porto e Super Porto
  4. Molhes da Barra
  5. Cassino (Dunas)

O GRANDE DIA

Antes de você sair, eu tenho uma surpresa, um relatório em video para aqueles que nao querem ler todo o conteúdo

https://drive.google.com/file/d/14wZ-zF_cbkSn2xlkPyb1LCIZBDFx3efL/view?usp=sharing

clique neste link para acessar o nosso video

Saímos de casa bem na madrugada, fomos cantar parabéns para o Alejandro e convida-lo para ir com a gente pro passeio (o que até então ele não sabia) mas ele não quis ir (ele nem tem ideia do que perdeu).
Antes de tudo eu queria dizer que ele não querer ir me deixou muito triste, mas, tentei ignorar este acontecimento (e funcionou).
Buscamos o Pietro e a Julia na casa deles e fomos esperar o ônibus que iria nos levar para Rio Grande no GKS.
A ideia para a viagem era simples: O Pietro iria tirar foto de tudo da viagem de ida e volta e eu iria tirar foto do museu inteiro, depois ele iria me mandar as fotos que tirou pelo bluetooth e eu faria uma super edição sobre todas as fotos, a ideia daria muito certo se não fosse pela meu gracioso telefone que acabou a bateria na ida pra viagem, ainda bem que todos tiraram umas fotos boas e vídeos e eu fiz a bela edição.
Mas voltando ao assunto, quando chegamos a Rio Grande logo achei a cidade parecida com Herval (a arquitetura do lugar me lembra muito isso), primeira coisa que fizemos foi ir para o Museu Oceano Gráfico, lá fomos para o museu Antártico, um pequena instalação adicional do museu mas muito menor do que antes por causa das enchentes do ano passado, lá havia muita coisa incluindo motos de neve que tenho até fotos lá encima, O Museu Antártico também tinha vários containers dentro. Dentro deles tinha várias coisas, como placas explicando os animais e trenós de neve.

Eu em uma moto
de neve
A cidade de Rio Grande foi uma das mais atingidas pelas enchentes e tanto o Museu oceanográfico como o Museu Antártico foram duramente destruídos. O chão de lá era um assoalho de madeira com folgas entre as tábuas. Quando eu fui tirar uma foto nas motos de neve, o Juliano teve a proeza de perder minha lapiseira embaixo do chão. Ainda bem que a aluna Ana Carolina conseguiu pegar a lapiseira. Após perdermos muito tempo pegando a lapiseira, vamos para o museu de verdade. Uma guia mostrou pra gente tudo do museu.

Conhecemos o peixe "Mola mola", grandão, sem dentes e super diferente, e ouvimos a história do leão-marinho Ediranda, que viveu 27 anos e virou esqueleto no museu. Mas o que mais chamou atenção foi o famoso “peixe de óculos”, que tem o rosto parecido com o de uma pessoa por causa de um tumor. Colocaram até um óculos nele! Foi graças a esse peixe que o museu ganhou fama e conseguiu se manter aberto na década de 60.

Antigamente, para conservar os peixes e animais de lá, eles matavam os animais e os cobriam de uma resina, mas, as crianças ja nao queriam mais ir ao museu por causa do jeito "rude" de preservar o corpo dos animais, entao o diretor do museu aprendeu uma técnica israelense que consistia em colocar o animal dentro de uma resina para fazer um "molde" dele, assim, as crianças voltaram a visitar o museu.

Também vimos uma coleção enorme de conchas raras do mundo todo, aprendemos como nascem as pérolas e descobrimos que levar conchas da praia pode matar pequenos animais. A guia fez a gente refletir muito sobre o impacto disso.

Outro momento marcante foi ver os fósseis de mastodonte e os esqueletos de golfinhos, baleias e tartarugas marinhas. É impressionante pensar que toda essa vida já passou por aqui — e como o ser humano pode ajudar (ou atrapalhar) a natureza.

No fim, saímos do museu com a cabeça cheia de conhecimento e o coração mais consciente. Foi mais do que uma visita: foi uma lição sobre respeito à vida marinha e à importância de preservar o planeta.

Os guris na balsa
Depois dessa viagem incrível ao museu, fomos para a balsa de Rio Grande, a caminho de São José do Norte. A balsa que fomos tinha dois andares (e claramente fomos para o andar de cima que é mais legal)
e era R$6,00 pra ir e R$6,00 pra voltar (o que pra nós foi totalmente inesperado, porque fizemos o passeio, juntamos o dinheiro, achando que era cinco reais.) quase não pudemos ir, mas felizmente conseguimos. Pra ser honesto... não achei que o passeio foi tão emocionante quanto eu pensei (mas era bem legal) vimos vários barcos cargueiros com carros, barcos de turismo, e eu juro que eu vi uma estação de petróleo no horizonte muito longe. O motor era praticamente do lado onde a gente estava. Cada vez que a gente olhava para Rio Grande estava cada vez mais longe da balsa. Conseguimos dar uma leve visualizada do porto e super porto. Depois de muito tempo de viagem, chegamos em São José do Norte, era um lugar bem bonitinho até, e fomos direto para a igreja de lá, fizemos um grande piquenique, eu e os guris lanchamos em frente a uma loja de bicicletas
Mais dos guris na balsa

e havia várias mensagens de amor nas paredes (possivelmente do "último romântico" chamado Chico) é importante mencionar que indo para a igreja, eu e o Pietro quebramos a caixa térmica da professora Jurinha (juro que foi por acidente).

Depois de ter feito o piquenique (eu estava um balão de tanto comer) fomos de volta para a balsa pra voltar para Rio Grande. Na volta, passamos na beira do mar, vimos um cardume de sardinhas ou lambari, e também uma família de caranguejos que tinha uns que pareciam um controle de videogames tão grande, a balsa que a gente usou para voltar para Rio Grande era diferente. Bem mais rápida e mais barulhenta, havia uns bancos no fundo da balsa para ver o mar, a volta foi bem mais rápida. Quando chegamos de volta em Rio Grande, fomos de volta para o ônibus (por mais de uma hora e meia o ônibus ficou no sol) aquilo parecia um forno, eu me admirei de ninguém ter derretido ali. Fomos para os moles da barra, e lá haviam uns trilhos que eram utilizados por trens para descarregar as pedras.

Depois vamos para o Cassino, antes de tudo quero dizer que a minha vida toda jurei que uma "praia de Cassino" fosse literalmente um Cassino (uma casa de apostas) que tinha a posse de uma praia, e não uma praia somente de areia e sem nada em volta. Lá no Cassino havia um esgoto, na margem do mar (basicamente falando, na costa da praia era merda e distritos puros) era nojento... mas, como não sou fresco, entrei lá na água e a vontade era de ficar lá mesmo. Depois de incríveis poucos minutos fomos embora de Rio Grande. Na volta eu passei dormindo e conversando com o Alam sobre vários assuntos, incluindo política, como se a gente fosse adultos muito crescidos. Quando chegamos em Piratini de volta, saímos do ônibus e voltamos para o GKS.

Fomos largar o Pietro e a Júlia na casa deles. Pode me dizer que eu estou mentindo, mas eu juro. Eu e a mãe do Alejandro vimos uma estrela cadente verde. Eu não sei porque, mas eu vi. Eu tenho total certeza que era verdade.

Foi um passeio extremamente divertido e exótico. Fico feliz por ter ido a este passeio com os guri. Teve sim partes ruins, como o fato de que as gurias foram só pra conversar, de certa forma nos afetar, mas isso não era tão grave, só eu não consegui ouvir as explicações da profissional mesmo. Eu espero que o passeio no final do ano seja melhor do que este, o que vai ser bem difícil, pois este foi maravilhoso e um dos melhores da minha vida. 

Até porque:

"o que faz um passeio ser bom, não é aonde tu vai e como tu vai, é com os amigos que são sempre contigo e vão com você para fazer cada momento ser extremamente divertido."

Gabriel da Rosa dos Passos (EU)

O meu nome é Gabriel, e tchau!





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