Na primeira metade do século XIX, o Rio Grande do Sul vivia um período de tensões políticas e sociais. Os grandes estancieiros, donos de imensas áreas de terra e rebanhos, estavam descontentes com o governo imperial, que cobrava altos impostos sobre o charque produzido na região. Foi nesse cenário que começou a Revolução Farroupilha (1835-1845), a mais longa guerra civil da história do Brasil.
Entre os líderes do movimento estava Bento Gonçalves da Silva, um estancieiro de enorme prestígio e experiência militar. Homem de coragem e firmeza, Bento tornou-se a principal figura da chamada República Rio-Grandense, proclamada pelos farrapos em 1836. Sua liderança simbolizava o ideal de autonomia e de luta contra as injustiças percebidas pelos gaúchos. Preso em 1836 e levado ao Rio de Janeiro, Bento conseguiu escapar e retornar ao Sul, reforçando ainda mais sua imagem de herói rebelde.
Foi nesse contexto turbulento que entrou em cena um jovem marinheiro italiano, Giuseppe Garibaldi. Nascido em Nice, Garibaldi havia se envolvido em movimentos revolucionários na Itália e, perseguido, exilou-se na América do Sul. Aqui encontrou nos ideais farroupilhas o reflexo das próprias aspirações republicanas que trazia da Europa. Ao lado dos gaúchos, Garibaldi não apenas lutou em batalhas navais e terrestres, mas também se tornou um símbolo da ligação entre a luta local do Rio Grande e os grandes movimentos revolucionários do mundo.
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